Estava voltando este domingo para casa, após terminar o módulo de Acupuntura em Doenças Dermatológicas e, durante o caminho, começou a cair uma ficha e comecei a relembrar das turmas nas quais já dei aula.
Turmas de 8 alunos, turmas de 10 alunos, 20, 60, manhã, noite, finais de semana... E comecei a me lembrar das reações e comentários dos alunos durante a aula após algum comentário ou esclarecimento, ou ao final do módulo, quando não mais daria aula para eles e chegaria um novo professor na aula seguinte.
Então comecei a indagar se os alunos teriam consciência do poder/impacto que pequenos comentários como "Que pena!", "Depois dessa as coisas ficaram tão mais fáceis!", "Você poderia ter dado aula antes!" e afins têm sobre a motivação de um professor.
Enfim, decido este post a todos meus alunos como uma forma de agradecimento. Obrigado a todos pela paciência e atenção desprendida em aula. Obrigado pelos elogios, críticas e comentários. Obrigado por todas suas dúvidas e perguntas em sala e, principalmente, obrigado a todos pela confiança depositada no que estou transmitindo. Minhas aulas não seriam nada e, definitivamente, se tornam cada vez melhores graças a vocês!
Então com isso, hoje inverto o papel, e é minha vez de dizer muito obrigado e lhes oferecer uma salva de palmas, pois definitivamente, vocês merecem!
Att.
PH
PH Acupuntura
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
Como tudo começou... para mim.
Eventualmente, alunos e pacientes me perguntam como é que fui parar neste meio. Pensei então que seria um bom tópico inicial.
Parando para pensar, acho que meu interesse começou aos 8 anos de idade, mais ou menos. Lembro-me de assistir, quando pequeno, ao desenho do Street Fighter no SBT. Em um episódio, um dos personagens principais se cruzava com um velho senhor em um shopping na China, e por meio disso vinha a conhecer um pouco sobre a existência de algo chamado Ki (que no desenho era conceituado como "Fluidos Mentais"). Algum tempo depois, lembro-me de ir até um vizinho (o qual também era fissurado em desenhos japoneses) e no meio da conversa, ele me diz que na verdade todo mundo possui Ki, a questão é que poucos o exercitam de alguma forma, e consequentemente não tomam consciência disso.
Por volta dos 12, comecei a praticar artes marciais (na época, Mao Quan). Um amigo da academia às vezes comentava comigo sobre práticas de Qi Gong, e nosso professor havia começado a praticar uma arte chamada Yi Quan, a qual envolvia em seus conceitos muitos aspectos do Qi Gong. "Fuçador nato" como era, meu amigo começou a pesquisar mais sobre o tema e conseguiu alguns livros (principalmente os livros do Mestre Lam Kam Chuen e do Mestre Mantak Chia). Foi meu primeiro contato mais direto e "certeiro" acerca de todos os preceitos básicos da medicina oriental. Me apaixonei e comecei a cavucar os livros desses autores. Não eram livros muito aprofundados nas teorias de base em si, mas mais puramente na dinâmica energética do corpo e nos conceitos da Alquimia Interior Taoísta. Nessa época, foi quando comecei a me dedicar e me interessar cada vez mais aos conceitos, à filosofia, cultura e pensamento oriental. Mas não imaginava que existia algo do tipo no Brasil.
Aos 16, comecei a fazer colegial técnico em informática, e na mesma época, este meu amigo de academia encontrou uma escola de acupuntura chamada CEATA e começou seu curso. Como passavamos por certos perrengues financeiros em casa (e por uma questão de tempo e idade), deixei a coisa para lá, mas ao menos tomei consciência de que sim, era possivel! Existiam escolas de acupuntura no Brasil! Não deu outra: terminei o colegial de informática e abandonei a área assim que me formei. (Se não fosse pela necessidade do diploma, provavelmente nunca teria pego meu diploma do colegial. xD)
E assim foi. Tremendo, fiz minha matrícula no que seria minha rotina nos próximos 2 anos: aulas de segunda a sexta, das 8h30 às 12h30, das quais creio que faltei 2 dias. Era um desbunde (em homenagem a uma professora)! Fundamentos, diagnóstico, síndromes! Tudo parecia tão lógico e óbvio! Radiestesia, cinesiologia aplicada, fitoterapia. Mas apesar de tudo, queria mais! Achava alguns pontos confusos e desconexos, como se algo estivesse sendo "forçado a se encaixar". Resolvi começar a pesquisar por conta própria, ir além do que estava nas apostilas.
Graças a isso, com cerca de 1 ano, acredite se quiser, com toda a timidez que me compunha dos dedos do pé ao cabelo, comecei a dar aulas de reforço para colegas de sala e alunos das turmas mais novas (o que, por sinal, me rendeu encontrar meu amor).
Após me formar, em uma comunidade no orkut, pude conhecer pessoas ímpares. Ephraim, Bruno, Daniel, Silvia, Roberta, Alberto, Otávio. Na mesma comunidade, conheci o Reginaldo Filho, diretor da EBRAMEC, escola que atualmente dou aula.
Resumindo resumidamente, é isso. Aos poucos, conforme os tópicos forem sendo abordados, vou aprofundando um pouco mais nisso.
O caminho da acupuntura não é fácil. É um pensamento bem diferente ao que estamos acostumados e exige dedicação e mente aberta. Mas, sem dúvida, a quem se decidir estudar, lhe garanto auto-conhecimento, sabedoria e uma paixão extra. =D
Parando para pensar, acho que meu interesse começou aos 8 anos de idade, mais ou menos. Lembro-me de assistir, quando pequeno, ao desenho do Street Fighter no SBT. Em um episódio, um dos personagens principais se cruzava com um velho senhor em um shopping na China, e por meio disso vinha a conhecer um pouco sobre a existência de algo chamado Ki (que no desenho era conceituado como "Fluidos Mentais"). Algum tempo depois, lembro-me de ir até um vizinho (o qual também era fissurado em desenhos japoneses) e no meio da conversa, ele me diz que na verdade todo mundo possui Ki, a questão é que poucos o exercitam de alguma forma, e consequentemente não tomam consciência disso.
Por volta dos 12, comecei a praticar artes marciais (na época, Mao Quan). Um amigo da academia às vezes comentava comigo sobre práticas de Qi Gong, e nosso professor havia começado a praticar uma arte chamada Yi Quan, a qual envolvia em seus conceitos muitos aspectos do Qi Gong. "Fuçador nato" como era, meu amigo começou a pesquisar mais sobre o tema e conseguiu alguns livros (principalmente os livros do Mestre Lam Kam Chuen e do Mestre Mantak Chia). Foi meu primeiro contato mais direto e "certeiro" acerca de todos os preceitos básicos da medicina oriental. Me apaixonei e comecei a cavucar os livros desses autores. Não eram livros muito aprofundados nas teorias de base em si, mas mais puramente na dinâmica energética do corpo e nos conceitos da Alquimia Interior Taoísta. Nessa época, foi quando comecei a me dedicar e me interessar cada vez mais aos conceitos, à filosofia, cultura e pensamento oriental. Mas não imaginava que existia algo do tipo no Brasil.
Aos 16, comecei a fazer colegial técnico em informática, e na mesma época, este meu amigo de academia encontrou uma escola de acupuntura chamada CEATA e começou seu curso. Como passavamos por certos perrengues financeiros em casa (e por uma questão de tempo e idade), deixei a coisa para lá, mas ao menos tomei consciência de que sim, era possivel! Existiam escolas de acupuntura no Brasil! Não deu outra: terminei o colegial de informática e abandonei a área assim que me formei. (Se não fosse pela necessidade do diploma, provavelmente nunca teria pego meu diploma do colegial. xD)
E assim foi. Tremendo, fiz minha matrícula no que seria minha rotina nos próximos 2 anos: aulas de segunda a sexta, das 8h30 às 12h30, das quais creio que faltei 2 dias. Era um desbunde (em homenagem a uma professora)! Fundamentos, diagnóstico, síndromes! Tudo parecia tão lógico e óbvio! Radiestesia, cinesiologia aplicada, fitoterapia. Mas apesar de tudo, queria mais! Achava alguns pontos confusos e desconexos, como se algo estivesse sendo "forçado a se encaixar". Resolvi começar a pesquisar por conta própria, ir além do que estava nas apostilas.
Graças a isso, com cerca de 1 ano, acredite se quiser, com toda a timidez que me compunha dos dedos do pé ao cabelo, comecei a dar aulas de reforço para colegas de sala e alunos das turmas mais novas (o que, por sinal, me rendeu encontrar meu amor).
Após me formar, em uma comunidade no orkut, pude conhecer pessoas ímpares. Ephraim, Bruno, Daniel, Silvia, Roberta, Alberto, Otávio. Na mesma comunidade, conheci o Reginaldo Filho, diretor da EBRAMEC, escola que atualmente dou aula.
Resumindo resumidamente, é isso. Aos poucos, conforme os tópicos forem sendo abordados, vou aprofundando um pouco mais nisso.
O caminho da acupuntura não é fácil. É um pensamento bem diferente ao que estamos acostumados e exige dedicação e mente aberta. Mas, sem dúvida, a quem se decidir estudar, lhe garanto auto-conhecimento, sabedoria e uma paixão extra. =D
1ª Postagem
Boa tarde! Após muito ensaiar, resolvi finalmente botar a mão na massa! Pretendo, por meio desse blog, trazer informações acerca da medicina oriental e demais terapias complementares, assim como links e materiais para profissionais da área e interessados pelo assunto. Espero que gostem!
Pêagá(PH)
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